E aí, já deu de comparar Crepúsculo com Harry Potter ou ainda tá válido?
Como eu não ligo realmente pra resposta, vou escrever mesmo assim. Aliás, o assunto já foi tão alastrado que é capaz que você encontre coisa melhor sobre o mesmo assunto em outros sites -q?
(Aliás, essa é a Camila, finalmente estreando por aqui. Oi, bloggers)

Algum tempo atrás, algum desocupado iniciou uma polêmica dizendo que os fãs que cresceram com os livros do Harry Potter são os mesmos que transformaram Crepúsculo num fenômeno: ou seja, que Harry Potter lançou as bases para o sucesso dos vampiros brilhantes. Isso é uma mentira, queridos leitores. A geração harrypotteriana (por acaso, a minha geração) hoje tem bem seus 18 a 22 anos. E, não que haja nada de errado em gostar de Crepúsculo, mas você vai, no mínimo, sofrer uns bons bullying quando contar na faculdade que adora o Edward e queria casar com o Jacob.
Altamente ciente da possibilidade de receber reações enraivecidas de pré-adolescentes que ainda não passaram pela puberdade (isso é, se alguém lesse esse blogOPS) limito-me a dizer que a comparação é estúpida e descabida.
Harry Potter é a saga de todo um novo mundo. Tem uma mitologia brilhante e um protagoista corajoso, que forma grupos de resistência ao totalitarismo instaurado no governo, se engaja em missões secretas para acabar com um psicopata assassino e ainda arrasa em cima de uma vassoura. Crepúsculo, por outro lado, se esforça ao máximo para destruir todas as mitologias existentes, com lobisomens que estão se lixando pra lua cheia e vampiros que parecem ser cruza do Drácula e da Sininho, e conta uma história de amor mais grudenta que chiclete no sapato. Edward não vive sem Bella. Bella desmaia quando Edward a beija. Fim.
Para finalizar, deixo aqui uma frase do mestre:
"Harry Potter é sobre confrontar seus medos e fazer o que é certo frente às adversidades. Crepúsculo é sobre como é importante ter um namorado."
Stephen King
E com essa eu me despeço.
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